7 cyberpunk games para conhecer antes de Cyberpunk 2077

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Cyberpunk 2077 chega em abril de 2020, mas enquanto isso, se você já devorou Monalisa Overdrive e Snow Crash e está pronto para curtir alguns jogos situados em um futuro distópico, moderno, tecnológico e opressor, conheça sete jogos Cyberpunk que não podem faltar na biblioteca de nenhum gamer.

Reunimos aqui games com estilo e temática Cyberpunk que você precisa conhecer, antes que o próximo título da CD Projekt Red chegue às lojas.

1. Shadowrun (Super NES)

A série de RPG de mesa Shadowrun recebeu diversas versões de jogos para consoles e PC ao longo dos anos, algumas bem diferentes de outras. A primeira delas, que chegou ao Super NES em 1993 adaptava livremente a história Never Deal With a Dragon, onde o protagonista amnésico Jake Armitage tenta descobrir porque ele foi alvejado, morreu, foi revivido e acordou em um necrotério.

O jogo mesclava o estilo físico das aventuras offline com um sistema investigativo, que o fizeram ser um jogo bastante popular nos anos 1990, mesmo entre quem não curtia RPGs.

2. Snatcher (Multiplataforma)

Antes de Metal Gear Solid, Hideo Kojima lançou dois jogos que muita gente considera obras-primas, Snatcher e Policenauts. O primeiro é uma aventura onde você controla Gillian Seed, um homem sem memória (sim, é um clichê do gênero) pego numa trama onde robôs humanoides (os Snatchers) estão matando humanos e os substituindo.

O jogo bebe direto e sem nenhum pudor da fonte de Blade Runner, desde o visual à história, mas ainda é um RPG muito inteligente.

3. Far Cry 3: Blood Dragon (PS3, Xbox 360, Windows)

Este título entra na lista pelos motivos errados: é ridiculamente absurdo e exagerado como os filmes B do gênero dos anos 80, tanto é que o sargento Rex Power Colt (é sério, esse é o nome) é dublado por Michael Biehn, o Kyle Reese de O Exterminador do Futuro e o Hicks em Aliens: O Resgate.

Apesar disso, Far Cry 3: Blood Dragon é absurdamente divertido, muitas vezes recebendo até mais crédito (merecidamente) do que Far Cry 3.

4. System Shock 2 (Windows, macOS, Linux)

Ken Levine expandiu ao máximo as ideias perturbadas do primeiro título, o que faz de System Shock 2 uma obra excelente, mesmo quando comparada a seus projetos posteriores, BioShock e BioShock Infinite.

A inteligência artificial SHODAN, que ganhou senciência em System Shock está ainda mais manipuladora e maquiavélica aqui, continuando a ver os humanos como nada mais do que insetos. Ainda assim, o jogador é forçado a se aliar a ela para prosseguir.

5. Deus Ex (Windows, macOS, PS2)

Os dois títulos seguintes são excelentes, mas o primeiro Deus Ex causou impacto quando foi lançado em 2000. Ao trazer bons gráficos (para a época) e uma história interessante, em que JC Denton, um agente da UNATCO recebe implantes cibernéticos que o transforma em uma arma viva.

Não demora muito para ele descobrir uma conspiração que envolve o governo dos Estados Unidos, a Tríade e até sociedades secretas. Parece um samba do ciborgue doido, mas fazia sentido e mesmo hoje, Deus Ex ainda é um jogo muito bom.

6. Syndicate (PS3, Xbox 360, Windows)

Ninguém esperava que a Starbreeze Studios pudesse revirar de ponta-cabeça a série Syndicate, os clássicos jogos de estratégia da Bullfrog, mas sua versão lançada em 2012 é uma aventura muito boa. Em um futuro dominado por corporações, o agente Miles Kilo tem a missão de aniquilar elementos-chave das empresas rivais à sua contratante, ao menos até descobrir o “inesperado” plot twist.

A Satrbreeze pode ter pisado na bola horrivelmente com Overkill’s The Walking Dead, mas Syndicate, Brothers: A Tale of Two Sons e os dois jogos da franquia Crônicas de Riddick ainda são excelentes.

7. Remember Me (PS3, Xbox 360)

Antes de Life is Strange e Vampyr, existiu Remember Me. Os franceses da Dontnod Entertainment tiraram do chapéu um título Cyberpunk atípico, um jogo de ação/aventura com elementos de beat ‘em up. No entanto, era o mundo do jogo o grande destaque, uma realidade em que as memórias se tornaram a moeda mais valiosa do planeta.

A protagonista amnésica Nilin (eu disse, é clichê) é uma hacker de memórias, que usa sua habilidade de alterar as lembranças dos outros para descobrir a verdade sobre seu passado, em um título que na minha opinião, foi bem injustiçado.

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